sábado, maio 23, 2009

Marinho vence por KO técnico

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quarta-feira, maio 20, 2009

O Espinho da doutora

Anda tudo escandalizado com a história da professora de História. Pelo visto a docente passa as aulas a falar sobre temáticas sexuais de forma tresloucada a alunas de 12 e 13 anos. Não me choca. Ou melhor, até choca. Mas para isso tenho uma explicação plausível: A gaja é maluca e “tem falta de homem”, parafraseando o deputado Pedro Duarte, do PSD – que há uns tempos terá utilizado essa expressão no seu twitter a propósito de uma convidada do programa Prós e Contras e depois sacudiu a água do capote. Aquilo para o que não encontro explicação é para o facto de a professora de Espinho querer ser tratada por “senhora doutora” pela mãe de uma aluna, por ter estudado muito mais que a senhora, e no momento seguinte à sempre elevada demonstração de pose e estupidez brindar-nos com dois pontapés na gramática. Citando: “Tu não sabes no que te ‘METESTES’! O meu filho é ‘AMIGUISSÍMO’ do teu ex-namorado…” Tanto ano para estudar para, em dez segundos, a doutora dar dois erros crassos de português. Uma excelente média de calinadas, sem dúvida. Fico feliz por nunca ter tido aulas com ela. Se tivesse tido, e sem fugir muito à sua matéria preferida nas aulas, não me importaria nada de lhe dizer onde é que a “doutora” devia de meter o tal canudo que tanto a orgulha.

sábado, maio 02, 2009

Vital, vital é passar despercebido


Vital Moreira já foi agredido e insultado pelos seus antigos correligionários comunas, vermelhos de fúria, em pleno 1.º de Maio. Solução inteligente: antes que seja atacado com foices e martelos (ou picaretas, como o Trotsky), o cabeça-de-lista do PS às Europeias encontrou um disfarce para usar durante toda a campanha. Vai vestir-se de Avô Cantigas. Para tal, o constitucionalista apenas terá de trocar a gravata por uns suspensórios e aprender a letra de “Fantasminha Brincalhão”.



A foto já dá para vislumbrar qual será a postura a adoptar por Vital Moreira da próxima vez que se cruzar com o pessoal da intersindical.

Até logo.

Ainda o cão de Obama

Depois de Olivença e do Saramago, os espanhóis voltaram à carga para tomarem como seu algo que é só nosso. Pelos vistos, houve um periódico do país daqui do lado a escrever que o Obama levou para a Casa Branca um “cão ibérico”. Vejam bem, ibérico! Que lata!
Tecnicamente, o cão nem é totalmente português... A raça é algarvia, que, como se sabe, é um sítio onde se fala e escreve inglês e onde o golfe é o desporto-rei. Portanto, se o temos de dividir a nacionalidade do canídeo com alguém, sigamos a pista anglófona. Mas há contrapartidas: os bifes esquecem aquele incidente da Praia da Luz, devolvem-nos o Vale e Azevedo e não tocam no caso Freeport. É pegar ou largar.
O importante é resolver tudo com a máxima discrição, antes que mais alguém tente alargar o espectro e aproveite para dizer que afinal a raça do cão é europeia… A nós já deu um trabalhão fazer de um cão algarvio um cão português, e não aceitamos tudo o que ultrapasse este limite.
Quem não se deixou enganar pela manha dos espanhóis foi o próprio Obama. Ele sabe não só a região como a localidade de onde veio o cão e baptizou-o em conformidade. Bo! De Boliqueime, claro está, numa lindíssima homenagem à localidade onde o seu homólogo português nasceu.